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Esforço coletivo tenta manter funcionamento do Museu Nacional

Publicado: Quinta, 06 de Setembro de 2018, 07h49 | Última atualização em Quinta, 06 de Setembro de 2018, 07h53

No Horto Botânico, na mesma Quinta da Boa Vista, até servidores aposentados ajudam na retomada de aulas e pesquisas

Passado o choque inicial com a destruição do Museu Nacional, pesquisadores e servidores agora arregaçam as mangas para tentar manter a instituição em funcionamento. No Horto Botânico, uma extensão do museu dentro da Quinta Boa Vista que é pouco conhecida do público, professores acompanhavam, na tarde de quarta-feira, a defesa de uma tese de doutorado sobre o Cais do Valongo, de autoria de um aluno de arqueologia. O entra e sai no local — que já abrigava os departamentos de vertebrados e botânica, uma biblioteca com 500 mil títulos e sete salas de aula — é grande: dia e noite, profissionais do museu têm se reunido para traçar estratégias de alocação de áreas que ficavam no palácio.

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A mobilização conta com a participação de ex-alunos e servidores aposentados. É um esforço coletivo para mostrar que, mesmo com todas as perdas, a instituição continua viva. O arquiteto Ricarte Gomes, ex-chefe do escritório técnico do Museu Nacional, correu na noite de domingo para a Quinta da Boa Vista quando soube do incêndio. Ele se aposentou há três meses, mesmo assim, está indo todos os dias para o Horto Botânico, onde ajuda a carregar documentos e dá orientações a peritos da Polícia Federal sobre o prédio que conhece na palma da mão: por décadas, teve o palácio e seus arredores como objetos de estudo.

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